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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Imodéstia nas Igrejas diante de Jesus Sacramentado



Vão-se agravando mais as ingratidões dos Católicos para com Jesus Sacramentado.Porque se é excessiva a dos negligentes em assisti-l'O, qual será a daqueles que vão à Sua casa, a Seus templos, mais para ofendê-l'O que para adorá-l'O; e em Seu próprio Palácio, diante de Seus olhos, estão maquinando contra Sua vida, e, o quanto está de sua parte, dão-Lhe afrontosa morte. Quem seria tão desumano que, com a mesma mão que recebe um benefício, executa uma traição? O crocodilo é infamado como a mais ingrata fera, porque, depois que as aves o aliviam do tormento que padece com os pedaços da carne que lhe fica entre os dentes, fechando a boca, engole-as. Detestável era a ingratidão de Saul, que, quando Davi tomava na mão a harpa para curá-lo, empunhava ele a lança para feri-lo.



Que podemos dizer daqueles que, ao mesmo tempo que recebem tantas Finezas de Jesus Sacramentado, não se apartam de Sua presença sem fazer-Lhe mil agravos?Veem o amoroso Jesus ardendo de amor por eles, pobre, humilde, submisso e encerrado debaixo de uma chave, ou exposto a seus olhos, convidando-os com o alimento de Sua Carne, e oferecendo-lhes o Sangue todo de Suas veias, e então é quando mais O ultrajam com as imodéstias, ferem o coração com os pensamentos menos puros, e, ainda mais, com as ações e sinais. Pois não diremos destes que, incomparavelmente mais crueis e ingratos do que os irmãos de José, os quais, vendo-o trazer as espigas de trigo para seu sustento, então tratam de matá-lo ou de vendê-lo?

Ó Deus imortal! E quem não treme de horror ao ver e ouvir tantas insolências executadas pelos Católicos nos Sagrados Templos, à vista de Deus Sacramentado? Os judeus, é certo, deram-Lhe afrontosa morte; mas foi numa Cruz, que era lugar de suplício. Os Católicos, porém, fazem-Lhe tiro à vista de um Altar, que é lugar de adoração. Que outra coisa são aqueles olhos impuros, que, mirando pelas Igrejas, despedem setas mortais contra tantas Almas, e muito mais contra o Coração de Jesus? Que outra coisa fazem aquelas línguas que, com lascivas conversações, afogam a semente da Divina palavra, que naquele terreno devia dar multiplicado fruto? Quantas imaginações, envoltas em mil impurezas, se acham à vista do Rei das Virgens? Quantos corações ardem em vinganças diante do Deus de amor?



Não quisera referir aqui o que nossos tempos choram acerca da irreverência dos Católicos a Este Augustíssimo Sacramento. Porém me é preciso, com a confusão no rosto e com lágrimas nos olhos, apontar alguma coisa, para que se veja a maior ingratidão à vista da maior de todas Suas finezas. Houve uma boca sacrílega (pasmai) que veio à mesma mesa de Jesus Sacramentado, e ali deu um ósculo lascivo em seu ídolo. Houve um temerário (tremei) que, debaixo do mesmo Trono do Augustíssimo Sacramento, foi achado nos braços de sua Vênus. Este é o horror dos horrores. Isaías viu cobrir seu rosto os Serafins diante do Santuário. Moisés, Deus mandou-o descalçar os pés com que pisaria a terra do monte em que estava. Os israelitas não podiam chegar à Arca do Senhor pelo final de muitos caminhos. E São João Crisóstomo via os Anjos, uns com os olhos baixos, outros prostrados com reverente humildade, diante dos Sacrários. E as criaturas da terra afrontam assim um Deus Sacramentado, a Cuja vista temem e tremem as mais altas colunas do firmamento?
Mais respeita um gentil seu falso ídolo. Mais venera um maometano sua mesquita, que um Cristão o Trono de Deus Sacramentado. Os antigos germânicos não entravam nos bosques dedicados a seus ídolos, senão arrastando pesadas cadeias. Os sarracenos só com os pés descalços pisavam as lousas de seus templos. Os gregos não se atreviam a cuspir nem a mover-se enquanto duravam os sacrifícios a seus simulacros. Entrai num templo de pagãos, e vê-los-eis mais modestos durante o sacrifício de uma besta, que um Católico à vista do Sacrifício da Missa. Vereis uns prostrados por terra, não se atrevendo a levantar os olhos diante de uma serpente, que adoram; outros, cobrindo o rosto com as mãos, temendo olhar o fogo, que reconhecem por seu deus. Houve turco que se arrancou os olhos e a língua depois de ter visto o corpo do falso profeta Maomé, dizendo que não devia falar nem ver mais coisa alguma no mundo, os olhos que mereceram a vista de tal objeto.



Serão bastantes esses exemplos para confundir a nossa ingratidão? Será, porventura, mais digno de veneração o corpo do malvado Maomé, do que o Corpo de Jesus Sacramentado? Estará segura a honestidade dentro de um adoratório de gentis, e não diante de um Sacrário? Acham lugar o silêncio e a modéstia numa mesquita, e se hão de ver desterrados da casa do Deus de Majestade? Será que não se levantarão contra nós aqueles infiéis, no dia do Juízo, dizendo: Estes são os que fizeram da Igreja praça, do Templo, feira, do Santuário, casa de conversação? Nós assistimos com mais veneração ao sacrifício de um boi, do que eles ao Sacrifício de um Deus; tivemos mais respeito ao sepulcro de Maomé, do que eles ao Trono de Jesus Sacramentado. E que responderá então aquele moço lascivo, de cuja insolência estivera mais segura a casta donzela na praça do que no Sagrado Templo? Que responderá aquele soberbo, que por um vão pontilho de honra atreveu-se a lançar mão da espada diante de Deus Sacramentado? Que dirá aquela mulher profana, que não pensa em outra coisa em toda sua vida, a não ser em atavios e adornos para ser vista, e galanteia nas Igrejas, para ser laço a temerários corações, e pedra de escândalo a tantas Almas?




É coisa lastimosa, sem dúvida, ver o grande abuso de nossos tempos. Ver entrar os Católicos na Casa do Crucificado, na presença de Jesus Sacramentado, mais para fazer ostentação das galas do que para implorar o perdão de seus pecados. Ao invés de arrastar cadeias de compunção, como reus, cingir-se de diamantes e pérolas, como triunfadores. Ao invés de cobrir sua cabeça, como mandou o Apóstolo, por respeito e reverência dos Anjos, descobrir imodestamente os peitos, para dar gosto aos demônios. Onde estás, Santo Imperador Teodósio, que nunca entraste na Igreja sem tirar a coroa da cabeça e a espada do cinto? Onde estás, Santa Imperatriz Inês, que nunca foste vista aos pés do Santuário, senão vestida de pobres e desprezíveis lãs?

Fonte:
http://paramaiorgloriadedeus.blogspot.com.br

Como imitar e viver estas 8 virtudes de Maria




Virtude da Paciência

Nossa Senhora passou por muitos momentos estressantes de provação, de incômodo e de dor, durante toda sua vida, mas suportou tudo com paciência. Sua tolerância era admirável! Nunca se revoltou contra os acontecimentos, nem mesmo quando viu o próprio filho na Cruz! Sabia que tudo era vontade de Deus e meditava tudo isso em seu coração. Maria, nossa mãe, teve sempre paciência, sabendo aguardar em paz aquilo, que ainda não se tenha obtido, acreditando que iria conseguir, pela espera em Deus.

Imitando essa virtude

Ter paciência é não perder a calma, manter a serenidade e o controlo emocional. Além disso é saber suportar, como Maria, os desabores e contrariedades do dia a dia, saber suportar com paciências nossas próprias cruzes. Devemos saber ouvir as pessoas com calma e atenção, sem pressa, exercitando assim a virtude da caridade. Fazer um esforço para nos calarmos frente aquelas situações mais irritantes e estressantes. Quando houver um momento de impaciência pode-se rezar uma oração, como por exemplo, um Pai-nosso, buscando se acalmar para depois tentar resolver o conflito. Devemos nos propor, firmemente não nos queixarmos da saúde, do calor ou do frio, do abafamento no autocarro lotado, do tempo que levamos sem comer nada… Temos que renunciar, frases típicas, que são ditas pelos impacientes: “Você sempre faz isso!”, “De novo, mulher, já é a terceira vez que você…!”, “Outra vez!”, “Já estou cansado”, “Estou farto disso!”. Fugir da ira, se calando ou rezando nesses momentos. A paciência se opõe à ira! “Não só isso, mas nos gloriamos até das tribulações. Pois sabemos que a tribulação produz a paciência, a paciência prova a fidelidade e a fidelidade, comprovada, produz a esperança.”(Rom. 5,3-4) “Eu, porém, vos digo que todo aquele que (sem motivo) se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, esta­rá sujeito ao inferno de fogo.”(Mat 5,22).

Virtude da Oração contínua

Nossa Senhora era silenciosa, estava sempre num espírito perfeito de oração. Tinha a vida mergulhada em Deus, tudo fazia em Sua presença. Mulher de oração e contemplação, sempre centrada em Deus. Buscava a solidão e o retiro pois é na solidão que Deus fala aos corações. “Eu a levarei à solidão e falarei a seu coração (Os 2, 14)” Em sua vida a oração era contínua e perseverante, meditando a Palavra de Deus em seu coração, louvando a Deus no Magnificat, pedindo em Caná, oferecendo as dores tremendas que sentiu na crucificação de Jesus, etc.

Imitando essa virtude

Buscar uma vida interior na presença de Deus, um “espírito” contínuo de oração. Não se limitar somente as orações ao levar, ao se deitar e nas refeições, estender a oração para a vida, no trabalho, nos caminhos, em fim, em todas as situações, buscando a vontade de Deus em sua vidas. “Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. (Cl 3,17). e “Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a acção de graças. E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus.”(Fil 6,6-7).

Virtude da Obediência

Maria disse seu “sim” a Deus e ao projeto da salvação, livremente, por obediência a vontade suprema de Deus. Um “sim” amoroso, numa obediência perfeita, sem negar nada, sem reservas, sem impor condições. Durante toda a vida Nossa Mãezinha foi sempre fiel ao amor de Deus e em tudo o obedeceu. Ela também respeitava e obedecia as autoridades, pois sabia que toda a autoridade vem de Deus.

Imitando essa virtude

O Catecismo da Igreja Católica indica que a obediência é a livre submissão à palavra escutada, cuja verdade está garantida por Deus, que é a Verdade em si mesma. Esforcemo-nos para obedecer a requisitos ou a proibições. A subordinação da vontade a uma autoridade, o acatamento de uma instrução, o cumprimento de um pedido ou a abstenção de algo que é proibido, nos faz crescer. Rezar pelos superiores. Obedecer sempre a Deus em primeiro lugar e depois aos superiores. Obedecer a Deus é obedecer seus Mandamentos, ser dócil a Sua vontade. Também é ouvir a palavra e a colocar em prática. “Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Luc 1, 38).

Virtude Mãe do Supremo Amor

Nossa Mãe cheia de graça ama toda a humanidade com a totalidade do seu coração. Cheia de amor, puro e incondicional de mãe, nos ama com todo o seu coração imaculado, com toda energia de sua alma. Nada recusa, nada reclama, em tudo é a humilde serva do Pai. Viveu o amor a Deus, cumprindo perfeitamente o primeiro mandamento. Fez sempre a Vontade Divina e por amor a Deus aceitou também amar incondicionalmente os filhos que recebeu na cruz. Era cheia da virtude da caridade, amou sempre seu próximo, como quando visitou Isabel, sua prima, para a ajudar, ou nas bodas de Caná, preocupada porque não tinham mais vinho.

Imitando essa virtude

Todos os homens são chamados a crescer no amor até à perfeição e inteira doação de si mesmo, conforme o plano de Deus para sua vida. Devemos buscar o verdadeiro amor em Deus, o amor ágape, que nos une a todos como irmãos. Praticar o amor ao próximo, a bondade, benevolência e compaixão. O amor é doação, assim como Maria doou sua vida e como Jesus se doou no cruz para nos salvar, também devemos nos doar ao próximo, por essa razão o amor é a essência do cristianismo e a marca de todo católico. “Por ora subsistem a fé, a esperança e o amor – estes três. Porém, o maior deles é o amor.” (I Cor. 13,13).

Virtude da Mortificação

Maria, mulher forte que assume a dor e o sofrimento unida a Jesus e ao seu plano de salvação. Sabe sofrer por amor, sabe amar sofrendo e oferecendo dores e sacrifícios. Sabe unir-se ao plano redentor, oferecendo a Vítima e oferecendo-se com Ela. Maria empreendeu, e abraçou uma vida cheia de enormes sofrimentos, e os suportou, não só com paciência, mas com alegria sobrenatural. Nada de revolta, nada de queixas, nada de repreensões ou mau humor. Pelo contrário, dedicou-se à meditação para buscar entender o motivo que leva um Deus perfeito a permitir aqueles acontecimentos. Pela meditação, pela submissão, pela humildade, Ela encontrou a verdade.

Imitando essa virtude

Muitas vezes Deus nos envia provações que não compreendemos, portanto devemos seguir o exemplo de Nossa Senhora e meditar os motivos que levam um Deus perfeito a permitir essas provações, aceitá-las e saber oferecer todas as nossas dores a Jesus em expiação dos nossos pecados, pelos pecados de todos e pelas almas, unindo nossos sofrimentos aos sofrimentos de Jesus na Cruz. Não devemos oferecer somente os grandes sofrimentos, devemos oferecer também o jejum, fugir do excesso de conforto e prazeres e, na medida do possível, oferecer alguns sacrifícios a Deus, seja no comer (renunciar de algum alimento que se tenha preferência ou simplesmente esperar alguns instantes para beber água quando se tem sede), nas diversões (televisão principalmente), nos desconfortos que a vida oferece (calor, trabalho, etc.), sabendo suportar os outros, tendo paciência em tudo. É indispensável sorrir quando se está cansado, terminar uma tarefa no horário previsto, ter presente na cabeça problemas ou necessidades daquelas pessoas que nos são caras e não só os próprios. Oferecer os sofrimentos, desconfortos da vida, jejuns e sacrifícios a Deus pela salvação das almas. “Ó vós todos, que passais pelo caminho: olhai e julgai se existe dor igual à dor que me atormenta.” (Lamentações 1,12).

Virtude da Doçura

Nossa Senhora, é a Augusta Rainha dos Anjos, portanto senhora de uma doçura angelical inigualável. Ela é a cheia de graça, pura e imaculada. Ela pode clamar as Legiões Celestes, que estão às ordens, para perseguirem e combaterem os demônios por toda a parte, precipitando-os no abismo. A Mãe de Deus é para todos os homens a doçura. Com Ela e por Ela, não temos temor.

Imitando essa virtude

A doçura é uma coragem sem violência, uma força sem dureza, um amor sem cólera. A doçura é antes de tudo uma paz, a manifestação da paz que vem do Senhor. É o contrário da guerra, da crueldade, da brutalidade, da agressividade, da violência… Mesmo havendo angústia e sofrimento, pode haver doçura. “Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência.” (Col. 3,12).

Virtude da Fé viva

Feliz porque acreditou, aderiu com seu “sim” incondicional aos planos de Deus, sem ver, sem entender, sem perceber. Nossa Senhora gerou para o mundo a salvação porque acreditou nas palavras do anjo, sua fé salvou Adão e toda a sua descendéncia. Por causa desta fé, proclamou-a Isabel bem-aventurada: “E bem-aventurada tu, que creste, porque se cumprirão as coisas que da parte do Senhor te foram ditas” (Lc 1,45). A inabalável fé de Nossa Senhora sofreu imensas provas: – A prova do invisível: Viu Jesus no estábulo de Belém e acreditou que era o Filho de Deus; – A prova do incompreensível: Viu-O nascer no tempo e acreditou que Ele é eterno; – A prova das aparências contrárias: Viu-O finalmente maltratado e crucificado e creu que Ele realmente tinha todo poder. Senhora da fé, viveu intensamente sua adesão aos planos de Deus com humildade e obediência.

Imitando essa virtude

A fé é um dom de Deus e, ao mesmo tempo, uma virtude, devemos pedir a Jesus como fizeram os apóstolos para aumentar a nossa fé. Porém ter fé não é o bastante, é preciso ser coerente e viver de acordo com o que se crê. “Porque assim como sem o espírito o corpo está morto, morta é a fé, sem as obras” Tg (2,26). Ter fé é acreditar que se recebe uma graça muito antes de a possuir e é, acima de tudo, ter uma confiança inabalável em Deus! “Disse o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar, e ela vos obedecerá.” (Luc 17,6).

Virtude da Pureza Divina

Senhora da castidade, sempre virgem, mãe puríssima, sem apego algum as coisas do mundo, Deus era o primeiro em seu coração, sempre teve o corpo, a alma, os sentidos, o coração, centrados no Senhor. O esplendor da Virgindade da Mãe de Deus, fez dela a criatura mais radiosa que se possa imaginar. O dogma de fé na Virgindade Perpétua na alma e no corpo de Maria Santíssima, envolve a concepção Virginal de Jesus por obra do Espírito Santo, assim como sua maternidade virginal. Para resgatar o mundo, Cristo tomou o corpo isento do pecado original, portanto imaculado, de Maria de Nazaré.

Imitando essa virtude

Esta preciosa virtude leva o homem até o céu, pela semelhança que ela dá com os anjos, e com o próprio Jesus Cristo. Nossa Senhora disse, na aparição de Fátima, que os pecados que mais mandam almas para o inferno, são os pecados contra a pureza. Não que estes sejam os mais graves, e sim os mais frequentes. Praticar a virtude da castidade, buscando a pureza nos pensamentos, palavras e ações! Os olhos são os espelhos da alma. Quem usa seus olhos para explorar o corpo do outro com malícia perde a pureza. Portanto, coloque seus olhos em contemplação, por exemplo na Adoração, e receba a luz que santifica. Quem luta pela castidade deve buscá-la por três meios: o jejum, a fugida das ocasiões de pecado e a oração. “Celebremos, pois, a festa, não com o fermento velho nem com o fermento da malícia e da corrupção, mas com os pães não fermentados de pureza e de verdade” (I Cor.5,8).
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